(Pr. Adriano Nascimento).
Tema de música, capa de revista, tema de nossas revistas eclesiásticas, enfim notório quanto à intenção, porém muitas vezes ausente em nossa vida relacional entre pais e filhos. Quero começar te perguntando qual tipo de pai e mãe você é?
Hoje no mundo secularizado em que estamos inseridos se prega liberdade total, muitas vezes a correção é vista pela sociedade como algo maléfico e passivo de apreensão, ou você nunca ouviu dizer algo a respeito de pais que foram parar na delegacia por repreender seus filhos.
Dias atrás vi uma senhora desesperada acorrentar duas filhas, a uma grade para que as mesmas usuárias de drogas não saíssem de casa para consumir drogas com os supostos amigos, o detalhe é que a polícia foi acionada e os mesmos foram buscar a senhora para autuá-la por mau trato independente do desespero da mesma em não ver outra solução para as filhas. O que faltou? Amizade? Conversa? Amor? Vemos claramente o resultado do que tem faltado em nossos lares, trocamos a sala de estar que na prática deveria ser uma ambiente de idéias pela televisão, trocamos amizade com nossos filhos pelo silêncio, trocamos princípios e valores a serem aplicados por psicólogos, Trocamos a palavra de Deus pelos livros seculares que nos dão a impressão de ser o melhor caminho para lidar com nossos filhos.
Onde queremos chegar com essa degradação real de nosso relacionamento com nossos filhos? Muitas vezes nossa atitude não é a atitude de quem recebeu de Deus uma grande responsabilidade “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá”. Salmos 127:3. Não analisamos muito menos refletimos que um dia prestaremos conta dessas vidas que o Senhor concedeu a nós os pais.
Esquecemos-nos que quando não usamos a palavra de Deus estamos sujeitos a receber conseqüências tristes por não criar nossos filhos nas admoestações do Senhor, deixamos passar em branco o que cada um poderia se tornar com nossa instrução, “Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles.”. Provérbios 22:6. Muitas lágrimas hoje são o reflexo da desobediência a palavra e ausência nos momentos que eles tanto precisaram. O texto mostra claramente o resultado de criar e instruir nossos filhos em amor e com objetivos para o futuro dos mesmos.
O temor a Deus gera uma família saudável, seja no aspecto relacional com nossos cônjuges, ou na relação com nossos filhos, “No temor do Senhor há firme confiança; e os seus filhos terão um lugar de refúgio Provérbios 14:26”. É uma pena quando percebemos a displicência de alguns pais, eles não imaginam o que os filhos passam no cotidiano, não questionam, não abraçam, não conversam, são verdadeiros estranhos dentro das mesmas quatro paredes.
Precisamos quebrar as barreiras relacionais ter mais que um relacionamento interpessoal, onde a interdependência é uma solução viável e que trará mais que amizade, trará dependência de um para com o outro e seja qual for às circunstâncias estaremos sendo supridos de: amor, atenção, cumplicidade e verdadeira amizade.
Não perca tempo seja o melhor pai, seja a melhor mãe aos olhos de Deus e de seus filhos.
“O homem justo leva uma vida íntegra; como são felizes os seus filhos. Provérbios 20:7”
Pense Nisso!